Parto! Eita assunto polêmico!
Eita nós! Tanto tempo passou desde o último post! Um ano e meio pra ser bem exato! De lá para cá a Lisie já completou mais um ano de vida, eu engravidei, pari e a criança já está andando! (Essa última parte é exagero! Hehehehe)
Bem, nesse período de gestação precisei tomar uma grande decisão. Como seria realizado o parto da minha menina. Claro que alguns fatores não dependiam de mim; mas no que dependesse, qual seria a minha escolha?
Minha obstetra é muito boa e muito competente! Desde o início tivemos conversas bem abertas e claras quanto ao assunto.
Muita gente fala em mitos sobre os tipos de parto, o que um pode ou não pode. Não é essa a questão. Acredito que um bom profissional vai poder te dizer exatamente qual é a sua situação.
Na minha primeira gravidez, a Lisie desde o sétimo mês de gestação ficou atravessada, com as pernas abertas, cabeça do lado esquerdo e bumbum do lado direito. Fizemos a ultra-som no dia anterior ao nascimento dela. Nem que quisesse ela nasceria de parto normal.
Como morávamos a 70 quilômetros do hospital, e a Lisie definitivamente não estava em posição para nem induzir o parto, marcamos uma cesariana. Ela nasceu com 38s6d , 47 cm e 2790 kg.
Dessa vez, ao conversar bastante com minha obstetra, ela me disse que eu poderia tentar parto normal sem problema algum. Mas tudo teria que ser literalmente natural, pois não poderia fazer um tipo de indução (aquela do comprimido) para abrir o colo do útero.
Desde a penúltima ultra-som a Livia já estava de cabeça para baixo. Como eu queria muito ter a experiência do parto normal, estava orando muito para que ela encaixasse.
Conversei muito com algumas amigas, uma que me deu muita força e até emprestou a bola de pilates foi a Lisley. Uma parideira de "mão cheia", afinal parir três, e dois sem analgesia não é pra qualquer um.
De qualquer forma, quando entrei na 39 semana, fui a consulta e a médica viu que não tinha dilatação, eu não tinha contrações e o colo ainda estava firme.
Saí do consultório com a data da cesariana marcada. Meu coração doía! Naquela noite e na próxima orei muito a Deus, pedindo a Ele para realizar minha vontade, se aquilo fosse realmente o melhor.
Na quinta começaram as contrações, na sexta elas se intensificaram e começou a ter um sangramento. Fomos ao hospital por volta do meio dia e tinha três cm de dilatação. Por volta das onze e meia da noite voltamos para o hospital. As contrações estavam bem mais intensas e com intervalos bem curtos. Mas estava feliz da vida porque meu sonho se concretizava. Quando fui atendida já estava com 8 cm de dilatação. Uma hora e dez minutos depois minha pequena estava já em Meus braços.
Você pode me perguntar: se arrepende de ter feito cesariana na primeira gestação? NÃO. Cada situação e única.
Morava super longe do hospital, minha ilha não estava se quer virada, não adiantaria entrar em trabalho de parto.
Por que quis parto normal na segunda gestação? Queria ter a experiência de participar do processo de trazer minha filha à vida!
Ambos foram inesquecíveis! Um foi o que me tornou mãe, o outro foi o que fez ser parte ativa do processo.
Não julgo e nem condeno quem escolhe cada tipo de parto. Só sei que eu fiz minhas decisões, e não me arrependo disso!
Hoje tenho minhas duas princesas comigo!!!!
Bem, nesse período de gestação precisei tomar uma grande decisão. Como seria realizado o parto da minha menina. Claro que alguns fatores não dependiam de mim; mas no que dependesse, qual seria a minha escolha?
Minha obstetra é muito boa e muito competente! Desde o início tivemos conversas bem abertas e claras quanto ao assunto.
Muita gente fala em mitos sobre os tipos de parto, o que um pode ou não pode. Não é essa a questão. Acredito que um bom profissional vai poder te dizer exatamente qual é a sua situação.
Na minha primeira gravidez, a Lisie desde o sétimo mês de gestação ficou atravessada, com as pernas abertas, cabeça do lado esquerdo e bumbum do lado direito. Fizemos a ultra-som no dia anterior ao nascimento dela. Nem que quisesse ela nasceria de parto normal.
Como morávamos a 70 quilômetros do hospital, e a Lisie definitivamente não estava em posição para nem induzir o parto, marcamos uma cesariana. Ela nasceu com 38s6d , 47 cm e 2790 kg.
Dessa vez, ao conversar bastante com minha obstetra, ela me disse que eu poderia tentar parto normal sem problema algum. Mas tudo teria que ser literalmente natural, pois não poderia fazer um tipo de indução (aquela do comprimido) para abrir o colo do útero.
Desde a penúltima ultra-som a Livia já estava de cabeça para baixo. Como eu queria muito ter a experiência do parto normal, estava orando muito para que ela encaixasse.
Conversei muito com algumas amigas, uma que me deu muita força e até emprestou a bola de pilates foi a Lisley. Uma parideira de "mão cheia", afinal parir três, e dois sem analgesia não é pra qualquer um.
De qualquer forma, quando entrei na 39 semana, fui a consulta e a médica viu que não tinha dilatação, eu não tinha contrações e o colo ainda estava firme.
Saí do consultório com a data da cesariana marcada. Meu coração doía! Naquela noite e na próxima orei muito a Deus, pedindo a Ele para realizar minha vontade, se aquilo fosse realmente o melhor.
Na quinta começaram as contrações, na sexta elas se intensificaram e começou a ter um sangramento. Fomos ao hospital por volta do meio dia e tinha três cm de dilatação. Por volta das onze e meia da noite voltamos para o hospital. As contrações estavam bem mais intensas e com intervalos bem curtos. Mas estava feliz da vida porque meu sonho se concretizava. Quando fui atendida já estava com 8 cm de dilatação. Uma hora e dez minutos depois minha pequena estava já em Meus braços.
Você pode me perguntar: se arrepende de ter feito cesariana na primeira gestação? NÃO. Cada situação e única.
Morava super longe do hospital, minha ilha não estava se quer virada, não adiantaria entrar em trabalho de parto.
Por que quis parto normal na segunda gestação? Queria ter a experiência de participar do processo de trazer minha filha à vida!
Ambos foram inesquecíveis! Um foi o que me tornou mãe, o outro foi o que fez ser parte ativa do processo.
Não julgo e nem condeno quem escolhe cada tipo de parto. Só sei que eu fiz minhas decisões, e não me arrependo disso!
Hoje tenho minhas duas princesas comigo!!!!

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