Minha pequena está descobrindo o mundo. E junto com cada descoberta, percebo o quão esperta ela é e parece que sabendo disso, passa a imagem de inocência, como se o tempo não tivesse passado e um bebê com poucas reações continuasse sendo, como aquele que vi pela primeira vez há quase cinco meses!




Hoje, sábado, fomos à igreja como de costume. Entretanto, parece que tudo estava favorável para que ela fosse a pregadora. Este foi o dia do discurso. Tanto de manhã no culto, como na palestra à tarde. O mais divertido foi, que enquanto o pai dela estava explicando o que era um genograma, sim, genograma, ela não parava de balbuciar sons para a cortina, como se fossem amigas de longa data! 

Não conseguindo se concentrar, pois afinal, os homens não conseguem fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, e isso não é papo de feminista e sim cientificamente comprovado, meu esposo deu uma "bronca" na pequena de modo que ela parou o diálogo com a simpática cortina e, de uma só vez olhou para o pai que a repreendia de forma amorosa e de certo ponto hilariante. Depois de alguns segundos desconcertantes, ela olhou para o pai, olhou para a cortina e como se nada tivesse acontecido, voltou a contar a história de onde havia parado.


Faço parte de uma geração de amigas que engravidaram mais ou menos na mesma época do ano, sem nem "combinar". Esse pequeno espaço atemporal (pois afinal, com uma criança não há como prometer um post diário!), as peripécias e delicias da maternidade serão registradas, podendo assim matar a saudades dos parentes distantes e também animar as outras mães que passam por situações da mesma forma desconcertantes e hilárias!

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